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Scot Consultoria

Sementes Legal: o que há de novo?

Entrevista com a representante do programa Semente Legal, da Ceptis Agro, Giselle Oliveira

Terça-feira, 1 de novembro de 2022 - 12h00
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Giselle Oliveira é formada em Marketing pela Instituição Unicarioca e cursa MBA em Marketing estratégico pela IBMR. Compõe o time de marketing e vendas da Ceptis Agro e está à frente do programa Semente Legal.

Foto: Scot Consultoria


Scot Consultoria: Qual o peso da procedência da semente forrageira na qualidade da forragem?

Giselle Oliveira: Uma semente forrageira de qualidade garante produtividade, maior taxa de germinação, evita plantas daninhas, problemas no solo e pragas invasoras, então é muito importante que o produtor e o consumidor tenham essa preocupação em adquirir um material de qualidade.

Scot Consultoria: Quais os principais aspectos que você indicaria ao produtor para ele identificar uma semente de boa procedência?

Giselle Oliveira: Primeiro, exigir o termo de conformidade. Isso garante que a semente passou por um laboratório e foi testada. Depois, buscar pelo selo Semente Legal, garantindo que a semente foi realmente tratada, que passou por auditoria e pela verificação externa de qualidade. A conscientização do consumidor é importante para que ele exija o selo na hora da compra.

Scot Consultoria: Como você definiria um capim bom, bonito e barato ao produtor?

Giselle Oliveira: Falando sobre barato, tem que tomar cuidado para “o barato não sair caro”.

O ideal é que a definição de barato seja alterada por: “sustentável ao consumidor”. A sacaria pode ter um preço mais elevado, com um percentual de rendimento muito maior, então, no final das contas, o produtor ganha mais em comparação a um produto mais barato, que perde em qualidade, rendimento e germinação. Um capim bom e bonito é um capim legal, que segue as legislações e as boas práticas de setor.

Scot Consultoria: Como uma semente pirateada impacta na qualidade e produtividade da forrageira?

Giselle Oliveira: Uma semente pirateada traz vários elementos que não condizem com o que está descrito na sacaria. Esse produto não vai trazer a produtividade esperada, então todos saem perdendo: consumidor, produtor e os pesquisadores que passaram anos estudando.

A pirataria no mercado de sementes, segundo a APASEM, gera um impacto de mais de R$2 bilhões ao ano. É uma quebra em cadeia, na qual todos saem perdendo.

Scot Consultoria: O que você achou da última edição do Encontro de Intensificação de Pastagens? Como foi sua experiência?

Giselle Oliveira: O evento foi sensacional, uma experiência única e necessária. A Scot Consultoria sempre consegue trazer várias pessoas de influência no mercado, fazendo desse evento essencial para aqueles que desejam alcançar a intensificação de pastagens. É importante ter essa oportunidade, em que reunimos quem realmente se importa e faz a diferença para o meio.


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