Norte concentrará os maiores volumes de chuva, enquanto Centro-Sul registrará aumento das precipitações em relação à semana anterior.
Foto: Scot Consultoria
A região deve concentrar os maiores volumes de chuva do país. Em Roraima, os acumulados tendem a variar entre 45mm e 75mm. No Amapá, os volumes variam de 35mm a 95mm no Norte do estado, áreas mais ao Sul devem ficar entre ausência de precipitação e 25mm.
No Amazonas, as chuvas serão mais abrangentes, com acumulados entre 15mm e 55mm na maior parte do território, podendo alcançar os 65mm em áreas pontuais do Norte do estado. Os menores volumes tendem a ocorrer no Leste e aumentarão em direção ao Oeste e Noroeste.
No Pará, a chuva será mais irregular, com acumulados entre 15mm e 35mm no Norte e Oeste do estado, diminuindo para 5mm a 15mm em áreas mais a Leste e Sudeste do estado. Tocantins tende a seguir esse padrão, com pouca chuva ao longo do período, podendo ficar na maior parte do estado sem registro de precipitações ou, no máximo, 5mm.
No Acre e em Rondônia, serão esperadas chuvas moderadas e bem distribuídas. No Acre, os acumulados devem variar entre 25mm e 55mm, com as maiores precipitações concentradas no Oeste do estado. Já em Rondônia, os volumes tendem a ficar entre 15mm e 25mm.
No Maranhão, Piauí e Ceará, os acumulados variam entre ausência de precipitação e 5mm na maior parte do território. As exceções serão o Noroeste do Maranhão e o Sul do Ceará, que podem registrar acumulados de até 15mm ou 25mm em pontos isolados.
No Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a tendência será de chuvas mais expressivas nas áreas litorâneas, com diminuição gradual dos volumes à medida que se avança para o interior dos estados. Os acumulados podem variar de até 55mm no litoral à ausência de chuva no interior.
Na Bahia, os mapas indicam chuvas em boa parte do território, com média de 15mm acumulados. A exceção serão as áreas ao Norte do estado, onde predominará o tempo seco. As regiões próximas ao litoral podem registrar maiores volumes de precipitação.
A segunda semana de junho deve ser mais úmida que a primeira, com volumes de chuva dentro da média para o período e, em algumas áreas, acima do habitual.
Em Mato Grosso, os acumulados devem variar entre a ausência de precipitação e 25mm. Os maiores volumes tendem a se concentrar no Sudoeste do estado, diminuindo gradativamente em direção ao Nordeste.
Em Goiás, o cenário deve ser semelhante, com previsão de ausência de chuva à acumulados de 15mm. As áreas ao Norte do estado tendem a permanecer secas, enquanto nas regiões ao Sul haverá precipitações, contudo, de baixa intensidade.
Já em Mato Grosso do Sul, os mapas indicam um cenário mais favorável. Os acumulados devem variar entre 15mm e 45mm, com os menores volumes concentrados no Norte do estado e os maiores no Centro-Sul.
Assim como no Centro-Oeste, a região tende a ser mais abastecida por chuvas do que na semana anterior. Apesar disso, os volumes permanecerão dentro do esperado.
O Leste de Minas Gerais e o Espírito Santo não devem registrar precipitações no período. Caso ocorram chuvas, os acumulados devem ser de, no máximo, 5mm. Contudo, no Oeste e Sul de Minas Gerais e no Rio de Janeiro, os mapas apontam para acumulados de até 15mm na semana. Apesar de baixos, esses volumes serão favoráveis.
Em São Paulo, o cenário será de chuvas mais expressivas. Os mapas apontam para volumes entre 15mm e 45mm. Os menores acumulados devem ocorrer em áreas próximas às divisas com Minas Gerais e Rio de Janeiro, aumentando em direção às áreas de divisa com o Paraná.
As chuvas tendem a ocorrer de forma irregular. No Paraná, os acumulados devem variar entre 25mm e 55mm, com os menores volumes concentrados nas áreas mais periféricas do Leste e do Oeste, aumentando em direção ao interior do estado.
Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, os acumulados devem ficar abaixo do normal para o período, com volumes entre 5mm e 15mm na maior parte do território. A exceção será o extremo Norte de Santa Catarina, onde os acumulados podem chegar a 25mm.
Figura 1.
Mapa de precipitação total prevista de 8/6/2026 até 14/6/2026 (mm).
Fonte: NOAA
Figura 2.
Mapa de anomalias de precipitação prevista de 8/6/2026 até 14/6/2026 (mm).
Fonte: NOAA
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