• Sexta-feira, 13 de março de 2026
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Scot Consultoria

Prognóstico climático para a terceira semana de março

Chuvas bem distribuídas no Norte, Nordeste, Centro-Oeste e parte do Sudeste, enquanto Sul mantém cenário de precipitação abaixo da média e risco de déficit hídrico.


Região Norte

O maior destaque para as chuvas na região ficará no litoral do Amapá e no extremo Norte do Pará, onde aparecerão os maiores acumulados, chegando à faixa de 105mm a 135mm ou mais. Acre e Rondônia devem ter chuvas mais irregulares, com volumes entre 25mm e 45mm, localmente acima disso em manchas isoladas. 

No Tocantins, as chuvas devem ocorrer com maior frequência, com acumulados variando entre 55mm e 75mm.

No Pará, a situação é diferente, com maior variação nos volumes de precipitação, embora o estado deva ser um dos mais abastecidos por chuvas no país no período. No Norte e no Oeste do estado, os acumulados devem variar entre 65mm e 85mm, com pontos isolados no Sudoeste podendo alcançar 110mm. Já o Sudeste do Pará tende a registrar volumes menores, mas ainda significativos, entre 45mm e 55mm.

Em Roraima e no Noroeste do Amazonas, os acumulados devem ficar em torno de 25mm. Nas demais áreas do Amazonas, as chuvas devem variar entre 45mm e 75mm.

Região Nordeste

Para o período, a região deve ser bem abastecida por chuvas, com precipitações dentro do padrão habitual na maior parte do território. Os acumulados devem variar entre 25mm e 65mm.

Os menores volumes tendem a ocorrer no Leste da região, aumentando gradualmente em direção ao Oeste. Ainda assim, na média, as precipitações na maior parte da área devem ficar próximas de 45mm. No Oeste da Bahia, há pontos onde os acumulados podem alcançar até 75mm, com chuvas acima do habitual nessas áreas.

No extremo Noroeste do Maranhão, os volumes podem superar 110mm.

Com esses acumulados previstos, a região do Matopiba continuará sendo favorecida, o que é positivo para as lavouras e pastagens da região.

Região Centro-Oeste

Mato Grosso e Goiás devem apresentar acumulados semelhantes, variando na maior parte dos estados entre 55mm e 75mm, com alguns pontos superando esses valores e alcançando até 85mm. Nessas áreas com maiores acumulados, as chuvas podem ficar acima do habitual para o período, enquanto no restante da região os volumes permanecem dentro do esperado. Em ambos os estados, as chuvas devem ocorrer com frequência ao longo da semana e ser bem distribuídas pelo território.

Em Mato Grosso do Sul, a dinâmica será diferente. Os acumulados devem variar entre 15mm e 65mm, com os maiores volumes acontecendo no Norte do estado, diminuindo gradativamente em direção ao Sul. As chuvas devem permanecer próximas do habitual na maior parte do estado, com pequenas variações no extremo Sul e no extremo Norte.

Região Sudeste

O Leste de Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo devem registrar volumes semelhantes de precipitação, predominantemente entre 45mm e 55mm, com algumas áreas do Sul carioca podendo apresentar acumulados superiores. Nessas áreas, a previsão indica chuvas frequentes e dentro do padrão esperado para o período.

Na região central e no Oeste de Minas Gerais, as chuvas também devem ocorrer com frequência, porém com volumes mais elevados, podendo ficar até 25mm ou mais acima do habitual. Nessa faixa do estado, os acumulados previstos variam entre 65mm e 85mm.

Em São Paulo, a distribuição das chuvas será mais heterogênea. As áreas mais ao Sul do estado tendem a registrar menores volumes, entre 15mm e 25mm. À medida que se avança para o Norte, os acumulados aumentarão, ficando predominantemente entre 35mm e 45mm. Nas regiões mais próximas às divisas com outros estados, os volumes tendem a ser maiores, e no extremo Norte paulista os acumulados podem superar esses valores e alcançar 70mm no período.

Região Sul

Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul devem apresentar anomalias negativas de até 50mm abaixo do padrão climatológico. Ao longo da semana, a previsão indica ausência ou baixos volumes de chuva, com acumulados inferiores a 10mm na maior parte dos três estados. As exceções ficarão para áreas do litoral e pontos isolados do Sudoeste do Rio Grande do Sul, onde os volumes podem alcançar até 25mm.

Esse cenário mantém o alerta para déficit hídrico na região, uma vez que, nas últimas semanas, têm sido registrados volumes de chuva abaixo do esperado, sobretudo no Rio Grande do Sul. Já há indícios de falta de precipitação afetando lavouras e pastagens.

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