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Em MT, excesso de umidade atrasa processamento da soja


Terça-feira, 19 de fevereiro de 2013 - 08h49

Todas as máquinas do agricultor Jaime Farinon estão no campo, ele aproveita os dias de sol para colher a soja na propriedade que fica em Sinop, norte de Mato Grosso.


Na hora de secar os grãos, um equipamento que tem capacidade para secar aproximadamente 120 toneladas de soja por hora, só consegue fazer isso quando o grão chega com 18% em média de umidade. Agora, por causa do excesso, a capacidade do secador está reduzida para 30 toneladas por hora.


Em aproximadamente 10 quilos de soja, com teor de umidade entre 20% e 25%, depois de passar cinco horas pelo secador, os grãos perderam volume por causa da perda do excesso de água. "A soja com umidade gera diversos fatores negativos para o produtor, principalmente o aumento com custo do frete, por causa da necessidade de transportar a soja até o secador, e a grande possibilidade da soja apodrecer no campo", explica o gerente de cooperativa Nilson Roque.


Além do aumento de custo para o produtor, o excesso de umidade dos grãos também prejudica os caminhoneiros. Eles ficam mais tempo na fila para descarregar a soja e acabam pegando um número menor de fretes.


Fonte: Suinocultura Industrial. Pela Redação. 18 de fevereiro de 2013.



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