• Terça-feira, 28 de julho de 2026
Assine nossa newsletter
Scot Consultoria

Importações de lácteos caíram em outubro, mas seguem acima da média

Importações de lácteos caíram em outubro, mas seguem acima da média


De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em outubro o Brasil importou US$66,4 milhões em leite e produtos lácteos, 1,7% menos que em setembro. O leite em pó foi a categoria que mais contribuiu para essa redução, passando de US$39,2 milhões para US$36,1 milhões, queda de 8,1%. Entretanto, os queijos tiveram alta 6,3%, passando para US$25,4 milhões. Os principais países que exportaram para o Brasil foram Argentina, com US$33,7 milhões (50,7% do total), Uruguai, com US$28,4 milhões (42,8% do total) e França, com US$2,3 milhões (3,5% do total). A França aparece como terceiro maior exportador de lácteos para o Brasil pelo segundo mês consecutivo, posição que era do Chile até então. Observe na figura 1 a participação de cada produto lácteo nas importações brasileiras no acumulado de 2011, em dólares.
Com relação às exportações, a receita foi de US$10,0 milhões em outubro, 3,4% maior que em setembro. O maior incremento foi para a categoria de leite concentrado (leite em pó, condensado e creme de leite), que aumentou 41,7%, totalizando US$6,8 milhões. Os países que mais importaram lácteos brasileiros em outubro foram a Angola (25,0% do total), Venezuela (14,7% do total) e Filipinas (6,4% do total). LEITE EM PÓ ARGENTINO As importações de leite em pó proveniente da Argentina e Uruguai têm prejudicado o mercado interno. Em novembro um novo acordo foi firmado, restringindo à 3,6 mil toneladas mensais o volume de leite em pó (integral e desnatado) proveniente da Argentina. Vamos esperar o fechamento de novembro para ver se o acordo será respeitado. LEITE EM PÓ NO MERCADO INTERNACIONAL Segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), os preços do leite em pó caíram no mercado externo. Observe a figura 2.
Na Europa o leite em pó ficou cotado em US$3.925,00 por tonelada na segunda quinzena de novembro. Queda de 3,4% em relação à primeira quinzena de novembro e alta de 8,3% em relação ao mesmo período do ano passado. Na Oceania o preço ficou em US$3.575,00 por tonelada. Queda de 0,7% em relação à primeira quinzena de novembro e alta de 1,4% em relação ao mesmo período do ano passado. << Notícia Anterior Próxima Notícia >>
Buscar

Newsletter diária

Receba nossos relatórios diários e gratuitos

Assine nossa newsletter

Loja