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Scot Consultoria

Mercado - receptoras


Sexta-feira, 12 de agosto de 2011 - 10h26

O mercado de receptoras continua em ritmo lento. Após a mudança que estipula o uso obrigatório de receptoras zebuínas em processos de FIV (fertilização in vitro) e TE (transferência de embriões) a partir de 2014, houve desestímulo por parte de alguns criadores das raças afetadas pelas mudanças. Nos últimos dois anos, as discussões sobre a vigência também afetaram as centrais, sendo que algumas até deixaram a atividade. Neste cenário tornou-se comum o recuo nas aquisições de receptoras. Paralelamente, houve aumento na reutilização de fêmeas nas propriedades. Por parte dos laboratórios de FIV e TE, a questão é outra. A quantidade de profissionais e empresas relacionadas às biotecnologias reprodutivas tem aumentado nos últimos anos. O que gerou maior concorrência e, consequentemente, preços mais competitivos pelos serviços. De maneira geral, a utilização de TE e FIV para a produção de reprodutores tem sido mais relevantes, na comparação com a produção de animais de pista.
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