Compras interestaduais sustentaram os preços, mas desaceleração recente afetou as cotações.
Foto: Bela Magrela
A reposição no Maranhão foi impulsionada, em grande parte, por compradores de outros estados, sobretudo de São Paulo e Goiás. Essa procura sustentou os preços nas últimas semanas.
Na última semana, entre os machos, porém, as cotações perderam força, com exceção da do garrote. Entre as fêmeas, as cotações da vaca magra e da bezerra de desmama caíram e as da novilha e da bezerra de ano subiram.
Apesar da queda, na comparação feita mês a mês (figuras 3 e 4), as cotações subiram para todas as categorias, exceto para a vaca magra.
Na comparação feita semana a semana, a cotação do boi magro caiu 1,5%, a do bezerro de ano 0,8% e a do bezerro de desmama 1,9%. A cotação do garrote subiu 1,9% (figura 1).
Figura 1.
Cotação da reposição de machos em R$/cabeça, no Maranhão.
Fonte: Scot Consultoria.
A cotação da vaca magra caiu 2,2% e a da bezerra de desmama 1,7%. A cotação da bezerra de ano subiu 2,0% e a da novilha 0,6% (figura 2).
Figura 2.
Cotação da reposição de fêmeas em R$/cabeça, no Maranhão.
Fonte: Scot Consultoria.
Na comparação feita mês a mês, a cotação do boi magro subiu 1,5%, a do garrote de ano, 0,8%, a do bezerro de ano, 2,3%, e a do bezerro de desmama, 2,8% (figura 3).
Figura 3.
Cotação da reposição de machos em R$/cabeça, no Maranhão.
Fonte: Scot Consultoria.
Na comparação feita mês a mês, entre as fêmeas, a cotação da vaca magra caiu 2,1%. Já a da novilha subiu 0,6%, a da bezerra de ano, 5,3%, e a da bezerra de desmama, 2,6% (figura 4).

Fonte: Scot Consultoria.
A tendência para a próxima semana é de preços firmes, sustentados pelo interesse de compradores de outros estados e pela oferta reduzida.
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