Para os machos, alta na cotação do boi magro e queda nas categorias jovens. Para as fêmeas, a cotação subiu em todas as categorias.
Foto: Freepik
A segunda semana de novembro foi de alta de preços das fêmeas para reposição. A tendência de alta se repetiu para o boi magro, com quedas nas cotações do garrote, bezerro de ano e desmama.
Essa queda da cotação nas categorias mais jovens veio após a alta nos preços nas semanas anteriores. É uma desaceleração do mercado para o momento.
Na comparação semana a semana, a cotação do boi magro subiu 1,4%, a do garrote caiu 1,6%, a do bezerro de ano caiu 0,1% e a do bezerro desmama caiu 0,1%.
Figura 1.
Preços médios da reposição - machos anelorados - em R$/cabeça, no Rio de Janeiro.
Observação: A variação refere-se à diferença percentual entre cotação média da semana do dia 30 de outubro e a cotação média da semana de 13 de novembro.
Fonte: Scot Consultoria.
Para as fêmeas, que vinham sendo menos procuradas, houve retomada do interesse nesta semana. A cotação da novilha subiu 6,4%, a da vaca magra subiu 5,6%, a da bezerra de ano subiu 2,5% e a da desmama subiu 1,7%. Em outubro a participação de fêmeas no abate de bovinos, foi de 44,0%, alta de 10 pontos percentuais em relação a setembro.
Figura 2.
Preços médios da reposição - fêmeas aneloradas - em R$/cabeça, no Rio de Janeiro.
Observação: A variação refere-se à diferença percentual entre cotação média da semana do dia 30 de outubro e a cotação média da semana de 13 de novembro.
Fonte: Scot Consultoria.
Com a alta da cotação do boi magro, a relação de troca ficou favorável para todas as categorias, com exceção do boi magro, cuja relação piorou em função do aumento aqui descrito.
Dessa forma, ao vender um boi gordo com 19 arrobas, foi possível adquirir 1,55 boi magro, 1,85 garrote 2,06 bezerros de ano e 2,54 bezerros de desmama.
Para o curto e médio prazo, a expectativa é de firmeza, sustentado menor oferta de reposição.
<< Notícia Anterior Próxima Notícia >>Receba nossos relatórios diários e gratuitos