As cotações caíram na comparação feita semana a semana, com exceção das de terneiras e terneiros de desmama.
A segunda semana de junho foi marcada por quedas nas cotações da reposição, tanto na comparação feita mês a mês quanto na feita semana a semana (figuras 1 e 2). As exceções foram a terneira de desmama e o terneiro de desmama, cuja cotação subiu.
Na comparação feita semana a semana, a cotação do novilho com 12,5 arrobas caiu 0,2%, a do novilho com 10 arrobas caiu 1,3% e a do terneiro de ano caiu 1,5%. A cotação do terneiro de desmama não mudou.
Figura 1.
Cotação média da reposição - machos cruzamento industrial - em R$/cabeça, no Rio Grande do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
A cotação da vaca de invernar caiu 1,0%, a da novilha caiu 0,7% e a da terneira de ano caiu 1,4%. A cotação da terneira de desmama subiu 0,9%.
Figura 2.
Cotação média da reposição com fêmeas em R$/cabeça, no Rio Grande do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
A queda nas cotações é reflexo de um aumento na disponibilidade no curto prazo e de uma liquidez limitada nas vendas.
Na comparação feita ano a ano, entretanto, as cotações subiram para todas as categorias (figuras 3 e 4).
Entre os machos, as altas foram de 16,0% na cotação do novilho com 12,5 arrobas, de 6,8% na do novilho com 10 arrobas, de 18,5% na do terneiro de ano e de 23,7% na do terneiro de desmama.
Figura 3.
Cotação média da reposição - machos - em R$/cabeça, no Rio Grande do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
Entre as fêmeas, as altas foram de 22,6% na cotação da vaca de invernar, de 18,7% na da novilha, de 24,2% na da terneira de ano e de 25,6% na da terneira de desmama.
Figura 4.
Cotação média da reposição com fêmeas em R$/cabeça, no Rio Grande do Sul.
Fonte: Scot Consultoria.
A expectativa do mercado no curto prazo é de preços contidos e estabilidade.
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