O mercado registrou forte procura por fêmeas prenhas e garrotes Nelore.
Foto: Freepik
Na última semana de abril, a cotação subiu para seis categorias e caiu para duas.
Entre os machos, na comparação feita semana a semana, a cotação do boi magro subiu 0,8%, a do garrote 0,9% e a do bezerro de ano 1,0%. A cotação do bezerro de desmama caiu 1,3%.
Figura 1.
Cotação média da reposição - machos Nelore - em R$/cabeça, no Mato Grosso.
Fonte: Scot Consultoria.
Entre as fêmeas, a cotação da vaca magra subiu 0,8%, a da novilha 1,1% e a da bezerra de desmama 0,9%. A cotação da bezerra de ano caiu 0,1%.
Figura 2.
Preços médios da reposição - fêmeas Nelore - em R$/cabeça, no Mato Grosso.
Fonte: Scot Consultoria.
O mercado registrou forte procura por fêmeas prenhas e garrotes Nelore.
Esse movimento está ligado à estratégia dos pecuaristas de encurtar o ciclo produtivo e reduzir riscos, já que as fêmeas prenhas garantem a reposição futura, enquanto os garrotes oferecem bom desempenho, com giro mais rápido do capital.
A oferta de boi magro está menor que a procura e, negócios com bezerros estão sendo celebrados com preços acima da média.
Na comparação feita mês a mês, a relação de troca para recriadores e invernistas melhorou para todas as categorias.
No período, a cotação do boi magro caiu 3,1%, a do garrote 3,0% e a dos bezerros de ano e de desmama caíram 1,8% e 0,8%, respectivamente, ao mesmo tempo a cotação da arroba do boi gordo subiu 4,5%.
Atualmente, são necessárias 14,2@ de boi gordo para a compra de um boi magro, 12,2@ para um garrote, 10,6@ para um bezerro de ano e 9,3@ para um bezerro de desmama (figura 3).
Figura 3.
Relação de troca: arrobas de boi gordo, em Mato Grosso, necessárias para compra da reposição.
Fonte: Scot Consultoria.
No curto prazo, a expectativa é de um mercado com cotações pressionadas, embora o quadro seja de firmeza mantenha firme.
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