Com pastagens ainda em boas condições, há menor pressão de oferta na reposição, o que contribui para a sustentação dos preços.
Foto: Bela Magrela
Em Goiás, na comparação feita semana a semana, a cotação do garrote caiu 0,5%, e a do bezerro de desmama caiu 1,2%. A cotação do boi magro e a do bezerro de ano subiu 1,7% e 1,5%, respectivamente.
A cotação da vaca magra caiu 0,7%. A cotação da novilha subiu 0,7%, a da bezerra de ano subiu 1,5% e a da bezerra de desmama subiu 1,3%.
Figura 1.
Preços médios da reposição – machos e fêmeas Nelore - em R$/cabeça e variação da comparação feita semana a semana (%), em Goiás.
Fonte: Scot Consultoria.
Os preços na comparação com o mesmo período de 2025 estão maiores.
A cotação do bezerro de desmama foi a que mais subiu, uma alta de 27,9%. Em seguida, a cotação do bezerro de ano, com 21,0%, a do garrote, com 17,2%, e a do boi magro, com 14,2%.
Figura 2.
Preços médios da reposição em 2025 e 2026– machos Nelore - em R$/cabeça, em Goiás.
Fonte: Scot Consultoria.
Para as fêmeas, na mesma comparação, a vaca magra teve maior valorização dentre as categorias, com 18,1%, a novilha, com 17,3%, a bezerra de desmama, com16,2%, e a bezerra de ano, 15,3%.
Figura 3.
Preços médios da reposição em 2025 e 2026– fêmeas Nelore - em R$/cabeça, em Goiás.
Fonte: Scot Consultoria.
O mercado deverá permanecer firme e seletivo, com oferta presente, porém sem excesso, e vendedores sustentando o que pedem.
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