Como resultado da dificuldade das indústrias preencherem as escalas, sendo que algumas reduziram o abate para apenas um turno, há pouca disponibilidade de carne bovina no atacado.
Mesmo na segunda quinzena do mês, quando o consumo se enfraquece, a oferta enxuta sustentou os preços. O traseiro bovino reagiu 5,7% ao longo de novembro, o dianteiro 6,1% e a ponta de agulha 14,3%.
Entretanto, aumentou a dificuldade no escoamento da carne bovina sem osso para o varejo. Diante das sucessivas altas, o consumidor reduziu as compras.
Entre outubro e novembro de 2007, a carne bovina teve reajuste de 8,1% no varejo de São Paulo, 9,0% no Paraná, 10,2% em Minas Gerais e 8,1% no Rio de Janeiro. Veja a figura 1.

No último ano, a carne acumulou alta entre 13,0% e 14,5%, dependendo da região. De acordo com os varejistas consultados, a população está optando por consumir outras proteínas de origem animal.
Em dezembro, o consumo de carne bovina pode ser sustentado pelas festas de confraternização.
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