As ofertas reduzidas de carne bovina sustentam as cotações no atacado, como pode ser observado na tabela ao lado.
Os frigoríficos trabalham com escalas curtas, abaixo da capacidade de abate. Se não tem boi, também não tem carne, couro e sebo.
No varejo, a maioria dos entrevistados reportou vendas fracas ao longo da última semana, como era de se esperar (final de mês). Alguns lançaram mão de promoções para sustentar o volume de negócios.
Nem o baixo nível de oferta foi suficiente para segurar as cotações em São Paulo que, na média, recuaram 1,4%. Nas outras praças, preços estáveis, com um ligeiro aumento no Rio de Janeiro. Veja na figura 1.

As chuvas fortes que têm abençoado algumas regiões podem “forçar”, em certa medida, a venda de animais confinados e, conseqüentemente, ajudar no abastecimento do mercado. Entretanto, é preciso considerar que a maior parte do gado de cocho já foi negociada.
Além do mais, boi de pasto ainda não tem em praticamente lugar nenhum.
<< Notícia Anterior
Próxima Notícia >>