Mercado frouxo. Além do consumo fraco, comportamento típico de final de mês, as ofertas aumentaram um pouco, por conta do avanço das escalas de abate. É o boi de confinamento ajudando a abastecer o mercado.
No atacado paulista foi registrado um recuo médio de 1,1% para os preços da carne bovina sem osso. Para alguns cortes as retrações superaram 6%.
No varejo os preços também recuaram. No Paraná e em Minas Gerais ficaram, na média, estáveis, apesar das oscilações individuais. Mas em São Paulo e no Rio de Janeiro os recuos foram pesados. Veja alguns exemplos na figura 1.

As expectativas são de aquecimento das vendas a partir do início de setembro. No entanto, os agentes do setor, por conta da alta acumulada e da melhoria das ofertas, divergem sobre a possibilidade dos preços subirem.
Os atacadistas são os mais pessimistas, pois acreditam, no máximo, em preços estáveis nas duas primeiras semanas de setembro.
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