Diante da retração das escalas de abate nas principais indústrias frigoríficas do País, a menor disponibilidade de carne bovina no atacado permitiu a sustentação dos preços. Em relação à semana passada, houve um ligeiro aumento de 0,3% no preço médio.
Retração apenas para o filé mignon sem cordão, que recuou 1,9%, e ponta de peito (maçã do peito) bovino, com queda de 0,7%.
A expectativa fica por conta do escoamento de carne, que começa a dar sinais de “fim de mês”, quando o consumo enfraquece.
As vendas de carne bovina no varejo, após o período de demanda aquecida por conta do Dia das Mães, estão menores. De acordo com os profissionais consultados, a “ressaca” resultante dessa data costuma derrubar as vendas.
Os preços, entretanto, permaneceram praticamente estáveis, com leves reajustes. Em São Paulo foi observada a alta mais expressiva, ainda que pequena, de 1,0% em média, para todos os cortes bovinos.
De modo geral, mais da metade dos cortes de carne não tiveram preços alterados em relação à última semana.
A frente fria que passou por alguns Estados no início do mês incentivou o consumo de outras carnes, como a suína, que apresentaram vendas melhores no período.
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