Mercado relativamente firme para a carne bovina sem osso. Apesar da demanda fraca, típica de final de mês, a oferta reduzida sustenta os preços.
Os frigoríficos encontram muita dificuldade para fechar as escalas de abate, que podem ser consideradas curtíssimas. Muitos trabalham bem abaixo da capacidade de abate e alguns têm pulado dias de matança, por conta da falta de gado. E se não tem boi, não tem carne.
No atacado, ao longo da última semana, as cotações da carne bovina reagiram, em média 2,53%.
No varejo, cerca de 90% dos entrevistados apontaram que as vendas, em relação à semana anterior, se estabilizaram ou enfraqueceram. No entanto, assim como acontece no atacado, as cotações não cedem. Veja na figura 1.

Não se descarta a possibilidade dos preços virem a recuar ao longo dos próximos dias, apesar da oferta ajustada.
No entanto, mediante o quadro atual de oferta, a tendência é de mercado firme a partir da primeira semana de julho.
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