A oferta enxuta sustentou as cotações, mesmo com o consumo doméstico mais fraco no fim do mês.
Foto: Scot Consultoria
O mercado abriu a sexta-feira com poucos negócios, com parte das indústrias fora das compras e outras aguardando para se posicionar. Na comparação feita dia a dia, as cotações não mudaram e, com isso, os preços ficaram de lado ao longo da semana.
A oferta de boiadas estava enxuta e a ponta vendedora segurava os lotes em busca de melhores preços. Dessa forma, mesmo com o consumo doméstico mais fraco, típico do fim do mês, a menor oferta sustentou as cotações.
As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias. Alguns frigoríficos, porém, estavam com programações mais alongadas e, por estarem mais confortáveis, ofertavam preços abaixo das referências. Apesar disso, as negociações seguiram, de modo geral, sendo realizadas dentro das referências.
Após as altas registradas no dia anterior (22/10) para todas as categorias nas regiões de Campo Grande e Dourados, o mercado abriu com alta de R$2,00/@ para a novilha nas três praças pecuárias do estado. Para o boi gordo e para a vaca, houve estabilidade.
A cotação do “boi China” subiu R$2,00/@.
As escalas de abate atendiam, em média, entre sete e 10 dias.
Na comparação feita dia a dia, a cotação do boi gordo e a da novilha subiram R$5,00/@. Para a vaca, estabilidade.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 23/10/2026
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