Oferta restrita de bovinos e escoamento favorável da carne sustentaram a alta das cotações das fêmeas, enquanto a cautela dos compradores limitou os reajustes.
Foto: Bela Magrela
Pelo segundo dia consecutivo, a cotação das fêmeas subiu em São Paulo. A alta foi de R$2,00/@ para a vaca e de R$3,00/@ para a novilha. Para os machos, as cotações não mudaram. A oferta curta de bovinos, a menor disponibilidade de negócios e o escoamento favorável de carne bovina contribuíram para a alta, mas os compradores estavam cautelosos e negociavam apenas para cumprir as escalas de abate, o que limitou altas mais acentuadas.
A escala de abate estava, em média, para oito dias.
A cotação subiu em todas as praças pecuárias do estado. A oferta estava curta e os compradores tinham pagado mais para garantir o preenchimento das escalas de abate.
Na região de Dourados, as cotações do boi gordo e da vaca subiram R$2,00/@, respectivamente, e a da novilha, R$3,00/@.
Na região de Campo Grande, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@ e a das fêmeas, R$5,00/@.
Na região de Três Lagoas, a cotação subiu R$3,00/@ para todas as categorias.
A escala de abate estava, em média, para seis dias.
A cotação não mudou para nenhuma categoria.
As escalas de abate estavam, em média, para seis dias.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 15/10/2026.
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