Melhora no escoamento de carne e oferta reduzida de boiada sustentou alta nas cotações.
Foto: Bela Magrela
O cenário é de melhora no escoamento de carne bovina, mas as indústrias estão cautelosas, negociando apenas o necessário para formar escala. Do outro lado, a oferta estava reduzida, com a ponta vendedora retendo boiada a fim de conseguir melhores negócios.
A cotação do boi gordo e do “boi China” não mudou. Para a vaca, a cotação subiu R$3,00/@ e, para a novilha, R$5,00/@.
A escala de abate estava, em média, para oito dias.
Após alta em todas as quatro praças mineiras ontem (13/10), hoje, a cotação subiu em três.
Na região do Triângulo, a cotação não mudou.
Na região de Belo Horizonte, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Para as fêmeas, a cotação permaneceu estável.
Na região Norte, a cotação do boi gordo e da vaca não mudou. Já a da novilha subiu R$2,00/@.
Na região Sul, a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@, a da vaca, R$5,00/@, e a da novilha subiu R$3,00/@.
A cotação do “boi China” não mudou.
As escalas de abate atendiam, em média, entre oito e 13 dias.
Até a segunda semana de outubro, o Brasil exportou 61,3 mil toneladas de carne bovina in natura, com média diária de 8,8 mil toneladas, volume 39,9% menor do que a de outubro de 2025, quando a média era de 14,6 mil toneladas diárias.
Por outro lado, a cotação média da tonelada ficou em US$6,2 mil, alta de 11,3% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando estava em US$5,5 mil.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 14/10/2026.
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