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O “american dream” em 2025 – bem vivido até então – em julho, virou pesadelo após o anúncio e confirmação da tarifa de 50% pelos Estados Unidos a partir de agosto. Mas, o quanto isso “azeda” a exportação e a perspectiva para o restante de 2025?
Mesmo com a queda recente nas cotações, o mercado do boi gordo começa a dar sinais de estabilidade. Segundo Pedro Gonçalves, engenheiro-agrônomo e analista da Scot Consultoria, a arroba encontrou um piso em torno de R$298,00 a R$302,00, e a tendência é de recuperação com a redução da oferta de boiadas e exportações aquecidas, que devem bater recorde histórico em julho.
Mesmo com a alta do petróleo e as mudanças no perfil das importações, o repasse das reduções promovidas pela Petrobras no primeiro semestre ainda influencia os preços do diesel no mercado interno.
Tarifas agitam o mercado do boi gordo, porém mostram limitações para um mercado que não deve funcionar bem sem o Brasil.
O estoque de carne bovina nos EUA segue em queda e, em junho, alcançou o menor patamar de 2025, além do mais baixo para o período do ano desde 2019.
Mesmo com a tarifa dos EUA prestes a valer, Felipe Fabbri, analista da Scot Consultoria, vê no consumo interno e nas exportações um fôlego para reação do boi gordo
Em São Paulo, com um mercado incerto, recriadores e invernistas se afastam das compras.
Exportações de sebo bovino batem recorde, mas tarifas dos EUA ameaçam a demanda. Setor busca alternativas, como o biodiesel, enquanto o couro sofre com oferta elevada e preços em queda.
O dia começou com grande parte das indústrias frigoríficas ainda fora das compras. Entre as que estiveram ativas na manhã de terça-feira, os negócios ocorreram com preços mais baixos para a arroba do “boi China” e para a da vaca.
O dia começou com grande parte das indústrias frigoríficas ainda fora das compras. Entre as que estiveram ativas nesta manhã, os negócios ocorreram com preços mais baixos para a arroba do “boi China” e para a da vaca.
A semana começa com indústrias fora das compras e volume de ofertas elevado, o que pressionou a cotação do boi gordo, que caiu R$3,00/@, e a do “boi China”, que caiu R$2,00/@.
A semana começou com indústrias fora das compras e volume de ofertas elevado, o que pressionou a cotação do boi gordo, que caiu R$3,00/@, e a do “boi China”, que caiu R$2,00/@.
Mesmo diante do tarifaço a cotação está firme.
O volume de negócios diminuiu em São Paulo. O escoamento da carne bovina está lento e o anúncio da imposição de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para Estados Unidos esfriaram os negócios. Quem está na ativa está comprando volumes menores. A cotação do boi gordo, da vaca e da novilha não mudou em relação a ontem, mas a cotação do
O volume de negócios diminuiu em São Paulo. O escoamento da carne bovina estava lento e o anúncio da imposição de tarifas de 50% sobre os produtos brasileiros exportados para os Estados Unidos esfriou os negócios.
A diminuição da dependência brasileira de fertilizantes norte-americanos tende a atenuar os impactos diretos da tarifa aplicada pelos Estados Unidos.
Com os temores gerados pelas tarifas norte-americanas, os vendedores ofertaram mais bovinos e os frigoríficos estão aproveitando o momento de compra. Se na semana passada a maior parte dos compradores permaneceu fora do mercado, agora estão ativos, aproveitando o momento do mercado.
Com os temores gerados pelas tarifas norte-americanas, os vendedores ofertaram mais bovinos e os abatedouros estavam aproveitando o momento de compra. Se na semana passada a maior parte dos compradores permaneceu fora do mercado, hoje estavam ativos, aproveitando o momento de mercado.
Com o anúncio de uma nova tarifa de 50% sobre produtos brasileiros, que se somaria aos 26% já cobrados da carne bovina, o clima de incerteza tomou conta do setor. A medida ainda não entrou em vigor, mas a indústria já recuou das compras e o mercado sentiu o baque.
O mercado do boi gordo enfrenta um cenário desafiador. Segundo Pedro Gonçalves, analista da Scot Consultoria, a possível imposição de tarifas de até 50% sobre a carne brasileira pelos EUA gerou incerteza nas exportações e retirou parte das indústrias das compras. O resultado foi pressão nas cotações, com a arroba girando entre R$300,00 e R$308,00 em São Paulo e quedas mais acentuadas em estados como Goiás e Minas Gerais.
No Dia Nacional do Pecuarista, o setor enfrentou incertezas com o anúncio de novas tarifas pelos EUA. A medida, que pode elevar a taxa total de importação da carne brasileira para até 76%, já afetou o mercado: frigoríficos reduziram compras, escalas foram alongadas e os preços da arroba, que vinham em recuperação, voltaram aos níveis de maio.
O anúncio de uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros pelos Estados Unidos, somada aos 26% já existentes para a carne bovina, elevou a cautela no setor pecuário.
Muitos frigoríficos ainda estão fora das compras e o mercado está ofertado. O anúncio das tarifas impostas pelos Estados Unidos está repercutindo e, o mercado abriu esta terça-feira com a cotação da novilha e a do “boi China” em queda.
Muitos frigoríficos ainda estiveram fora das compras e o mercado seguiu ofertado. O anúncio das tarifas impostas pelos Estados Unidos está repercutindo e, o mercado abriu a terça-feira com a cotação da novilha e a do “boi China” em queda.
Nesta segunda-feira, como é comum para o início da semana, parte das indústrias frigoríficas optou por se manter fora das compras, aguardando uma definição do mercado. Essa postura cautelosa se acentuou diante das incertezas provocadas pelo anúncio do tarifaço por parte dos Estados Unidos.
Na segunda-feira, como é comum para o início da semana, parte das indústrias frigoríficas optou por se manter fora das compras, aguardando uma definição do mercado. Essa postura cautelosa se acentuou diante das incertezas provocadas pelo anúncio do tarifaço por parte dos Estados Unidos.
Durante a semana, marcada pelo feriado na praça de São Paulo e pelo anúncio tarifário do presidente dos Estados Unidos, as indústrias frigoríficas mantiveram-se cautelosas nas compras de bovinos.
O anúncio de novas tarifas comerciais pelos Estados Unidos travou o mercado da carne bovina brasileira. Indústrias exportadoras suspenderam as compras e o setor está em alerta.
Com indústrias fora das compras, a cotação não mudou de ontem para hoje.
Entrevista com o médico veterinário, Ubirajara Bilego
AgroMais
Cotações e tendências para o mercado do boi gordo
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