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Scot Consultoria

Crédito pecuário tem nova linha para confinamento e aumento dos limites financiáveis


Quinta-feira, 4 de setembro de 2014 - 17h26

Zootecnista, formado pela Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias - UNESP, Campus de Jaboticabal-SP. Mestre em Administração de Organizações Agroindustriais pela mesma instituição.


A Resolução No. 4.355, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) em 31de julho de 2014, estabeleceu novas diretrizes para o custeio e investimento na pecuária nacional.


O limite de crédito na linha que visa exclusivamente a retenção de matrizes bovinas aumentou 159,7%, saiu de R$385,00 mil para R$1,00 milhão.


Para a contratação, devem ser identificadas as matrizes por raça, idade, cor predominante, quantidade e valor de mercado. Para essa linha, o prazo máximo de reembolso é de 3 anos, sendo até 2 anos de carência, com juros de 6,5%a.a.


Para a aquisição de reprodutores e matrizes bovinas e bubalinas, o limite também chegou a R$1,00 milhão, com os mesmos 6,5% a.a. de juros. Porém, com prazo máximo de 5 anos com até 2 anos de carência.


A novidade ficou por conta da criação de uma nova linha de crédito que financiará a compra de bovinos para engorda exclusiva em confinamento, com um teto de R$1,00 milhão por beneficiário, juros de 6,5%a.a. e prazo máximo de reembolso de 6 meses.


Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, o aumento dos recursos disponibilizados para a retenção de matrizes, confinamentos e aquisição de animais, tem como objetivo garantir o suprimento interno de carne e gerar excedente para a exportação.


Colaborou André Mazi, graduando em engenharia agronômica e em treinamento pela Scot Consultoria.



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