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Scot Consultoria

Rota da Pecuária, onde a gestão caminha lentamente


Quinta-feira, 26 de setembro de 2013 - 17h54

por Antonio Guimarães de Oliveira

Engenheiro Agrônomo pela UNESP - Jaboticabal, em treinamento pela Scot Consultoria.


Em relação ao nível de controle de custos das propriedades observamos que 50,8% fazem apenas o custo caixa, que é um controle do fluxo de caixa sem muito ordenamento, apenas levando em consideração a receita menos os custos diretos.


Na sequência, 22,2% apresentam um controle de custos completo, onde nesse custo está incluso a depreciação e a diferenciação entre custo e investimentos e 27,0% das propriedades não apresentavam nenhum controle econômico da atividade. 


Figura 1.


Nível de controle de custos das fazendas visitadas e grau de informatização. 



Fonte: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br


Outro fato importante é que 34,8% não apresentavam nenhum nível de informatização na propriedade, revelando a resistência do setor no uso de computadores.


Durante a Rota, quando falávamos em proteção de preços, “travar” o preço da arroba, o termo era desconhecido por muitos.


A maior dificuldade no uso da ferramenta para a pecuária é devido à falta de controle de custos, impossibilitando o pecuarista de saber realmente qual o melhor valor para negociar sua boiada no mercado futuro.


Nas fazendas de engorda e ciclo completo visitadas, 74,1% não utilizavam nenhuma ferramentas de proteção de preços. Figura 3.  


O restante ficou dividido entre os contratos a termo com frigoríficos (13,0%), hedge (7,4%) e mercado de opções (5,6%).


Figura 2.


Utilização de rastreabilidade e/ou bonificações e ferramentas de proteção de preços. 



 


Fonte: Scot Consultoria – www.scotconsultoria.com.br


Apenas 32,8% dos pecuaristas recebiam alguma bonificação em sua boiada terminada, entre as bonificações destacamos o SISBOV, o novilho precoce e o programa Boi no Ponto.


Considerações Finais


A mudança no perfil do pecuarista ainda ocorre lentamente, principalmente quando falamos de gerenciamento econômico da atividade.


A baixa rentabilidade dos últimos anos tem contribuído para forçar o pecuarista a obter melhores resultados, caso contrário, fica evidente a mudança de atividade para outras culturas que possibilitam uma rentabilidade maior.


Este fato tem levado uma parcela de pecuaristas a aumentar a produtividade e melhorar a gestão do negócio, grupo que tende a se destacar com melhores resultados financeiros em médio e longo.



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