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No Paraná, lavouras serão beneficiadas com R$6,40 milhões


Quarta-feira, 22 de maio de 2013 - 08h54

Há cerca de dois anos o produtor Mário Zabelinski viu boa parte da sua lavoura de cebola ser abalada por uma chuva de granizo. Antes disso, um raio dizimou parte da área dedicada ao plantio de tomate. Os problemas se converteram em prejuízo, pois a pequena propriedade de três hectares em Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba, não contava com a salvaguarda de um seguro rural.


No caso do tomate, o produtor conta que chegou a registrar uma apólice, mas enfrentou problemas na hora de receber o prêmio. Ele continua fazendo o seguro da produção, mas salienta que existem dificuldades. "É um custo elevado", explica. A situação deve mudar a partir do segundo semestre, quando entra em vigor um plano do governo estadual que promete baratear a proteção.


A Federação da Agricultura no Estado do Paraná (Faep) uniu forças com a Organização das Coope­rativas do Paraná (Ocepar) e a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) para pleitear junto ao governo do estado uma mudança na alocação dos recursos direcionados a subvenção do seguro rural.


Parte do dinheiro que não seria utilizado nas culturas de café, trigo e milho safrinha, as únicas que contavam com o auxílio até então, será deslocado para atender outros 26 cultivos (veja ao lado). Serão disponibilizados R$6,40 milhões que devem beneficiar até 6 mil produtores, seis vezes mais do que na última safra. A maior parte das culturas favorecidas está ligada ao ramo da fruticultura.


"Essa ampliação vai viabilizar a contratação de milhares de apólices e atrair mais seguradoras para o estado. É uma mudança que contempla integralmente nossas reivindicações" celebra Pedro Loyola, economista da Faep.


Robson Mafioletti, assessor técnico da Ocepar, explica a mudança pode reduzir o número de agricultores endividados. "Isso serve como um incentivo para que o produtor passe a utilizar mais o seguro", pontua. Ele acrescenta que o fato também pode favorecer os preços, caso haja menor migração na produção.


Apesar de benéfica, a mudança só deverá ser notada entre os meses de agosto e setembro, já na safra 2013/2014. Francisco Carlos Simoni, diretor do Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab), pontua que a demora se deve aos trâmites burocráticos necessários para viabilização da medida. "Vamos ter que fazer alterações em dois decretos e modificar o fluxo operacional entre o produtor, governo e as seguradoras", explica.


Fonte: Gazeta do Povo. Por Igor Castanho e Antoniele Luciano. 22 de maio de 2013.




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