O mercado abriu o dia com poucos negócios em São Paulo. Parte das indústrias aguardou uma posição mais clara do escoamento da carne no mercado interno antes de lançar as ordens de compra. Houve tentativas de negociar abaixo dos preços de referência, mas os vendedores estiveram resistentes à comercialização nesses patamares.
Apenas a cotação do "boi China" caiu, com recuo de R$2,00/@. O mercado especulado foi a causa.
Para as demais categorias, a cotação não mudou.
As escalas de abate atenderam, em média, a seis dias.
O mercado esteve equilibrado entre oferta e demanda. Pelo lado da oferta, os pecuaristas mantiveram uma postura retraída na comercialização. Já a demanda esteve devagar, diante do lento escoamento da carne.
A única mudança ocorreu na praça de Redenção, onde a cotação do boi gordo subiu R$3,00/@. Nas regiões de Marabá e Paragominas, a cotação não mudou.
Até a segunda semana de julho, o volume exportado foi de 104,6 mil toneladas, com uma média diária de 13,0 mil toneladas, aumento de 8,7% frente ao embarcado por dia em julho de 2025. A cotação média da tonelada ficou em US$6,3 mil, alta de 15,0% na comparação com o mesmo período de 2025.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 14/7/2025.