A semana começou sem mudanças. Parte da indústria frigorífica esteve fora das compras e aquelas que estavam ativas, ofereciam as mesmas referências de preços do fechamento da semana passada.
Poucos negócios foram fechados ao longo da manhã.
As escalas de abate atendiam, em média, a sete dias.
Na comparação com o fechamento da semana anterior, estabilidade para todas as categorias. A conjuntura era de mercado equilibrado.
A cotação das carcaças caiu na comparação feita semana a semana. Apesar do reabastecimento dos estoques para a segunda quinzena do mês, o mercado esteve devagar e as compras foram comedidas para evitar a formação de estoques elevados, o que manteve as cotações pressionadas.
O varejo também esteve lento e com pouco escoamento. A expectativa era de estabilidade a queda com a virada da primeira quinzena, tanto no atacado como no varejo.
A cotação da carcaça casada do boi capão caiu 3,5%, ou R$0,80/kg. A do boi inteiro caiu de 4,3%, ou R$0,95/kg.
A cotação da carcaça casada da vaca caiu 5,1%, ou R$1,10/kg. A da novilha caiu 5,2%, ou R$1,15/kg.
No mercado de proteínas alternativas, a cotação do frango médio* subiu 3,7%, ou R$0,23/kg. Já a do suíno especial** permaneceu estável.
*Ave que leva em consideração o peso médio da linhagem para um lote misto, com rendimento de carcaça estimado em 74,0%.
**Animal abatido, sem vísceras, patas, rabo e gargantilha.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 13/7/2025.