O mercado perdeu força nos últimos dias na região de Campo Grande, refletindo o aumento da oferta de bovinos e a atuação mais cautelosa dos frigoríficos.
Com escalas de abate mais confortáveis e demanda enfraquecida no encerramento do mês, as indústrias reduziram o ritmo das compras e pressionaram as cotações.
Na comparação semana a semana, a cotação do boi gordo recuou 3,3%, ou R$11,00/@, negociada em R$323,50/@. Para a vaca gorda, a queda foi de 1,6%, ou R$5,00/@, cotada em R$305,00/@, enquanto a novilha caiu, 1,4%, ou R$4,50/@, apregoada em R$315,00/@.
O diferencial de base do boi gordo em relação a São Paulo está R$4,00/@ menor, ou seja, 1,2% abaixo, considerando que a arroba paulista está cotada em R$327,50.
Todos os preços são a prazo, livres de Senar e Funrural.
Para o curto prazo, a expectativa é de mercado pressionado, diante da melhor oferta de bovinos e da postura cautelosa dos frigoríficos nas negociações.
Figura 1.
Preços mensais do boi gordo, em R$/@, a prazo e livre de impostos, na região de Campo Grande-MS.
*até: 2/7. Fonte: Scot Consultoria.
Figura 2.
Cotação do boi gordo, em 2/7, em R$/@, com preços a prazo e livres de impostos.
*inclui a região de Rondonópolis.
Fonte: Scot Consultoria.