O mercado do boi gordo operou com negócios em ritmo lento, movimento comum para sexta-feira. Frigoríficos compravam apenas o necessário para atender suas programações de abate, sem pressa por novas aquisições.
As exportações continuavam ocorrendo normalmente, sem problemas de abastecimento e escoamento. Já para o mercado interno, os compradores atuavam com cautela devido à expectativa de consumo mais fraco na segunda metade do mês.
Do lado da ponta vendedora, eles mantinham uma postura firme nas negociações e comercializavam seus lotes de maneira compassada, mantendo a oferta ajustada, o que ajudou a sustentar as cotações do boi gordo. Contudo, havia aqueles com mais apetite nas negociações, que buscavam garantir suas margens e já aceitavam preços abaixo das referências vigente, motivados principalmente pelo receio de quedas mais acentuadas no curto e médio prazo.
As escalas de abate estavam, em média, para oito dias.
A oferta melhorou e a demanda arrefeceu com a entrada da segunda quinzena. Dessa forma, ao longo da terceira semana de junho, as cotações do boi gordo e da vaca recuaram, e para aquela sexta-feira, a tendência permaneceu a mesma. Com isso, a cotação caiu em duas das três praças pecuárias paraenses.
Na região de Marabá, a cotação do boi gordo caiu R$3,00/. Para a vaca e para a novilha, estabilidade.
Na região de Redenção, o boi gordo recuou R$2,00/@. As cotações da vaca e da novilha ficaram estáveis.
A cotação do “boi China” caiu R$3,00/@.
Na região de Paragominas, as cotações não mudaram.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 19/6/2025.