As cotações fecharam a semana estáveis, sem alterações em relação ao dia anterior. A oferta de bovinos foi suficiente para que os frigoríficos compusessem suas escalas, mas sem excedentes. O escoamento da carne no mercado interno ocorreu, ainda que em ritmo menor em comparação com o início do mês. A exportação manteve bom desempenho.
As escalas de abate estavam, em média, para nove dias.
O cenário foi de estabilidade a alta na maior parte das praças pecuárias.
Na região Norte, a cotação não mudou.
Na região Sudoeste, a cotação se manteve estável para o boi gordo e para a novilha. Para a vaca, a cotação subiu R$5,00/@ na comparação diária
Na região de Cuiabá, a cotação do boi gordo e da vaca subiu R$3,00/@. A cotação da novilha não mudou em relação à anterior.
Na região Sudeste, a cotação se manteve estável para todas as categorias.
A cotação do “boi China” não se alterou.
Todos os preços foram brutos e com prazo.
Os efeitos da entressafra de capim e da redução na capacidade de suporte dos pastos já vinham diminuindo a oferta de bovinos terminados na região, ao passo que o bom desempenho das exportações contribuiu para incentivar os frigoríficos a pagarem mais pela arroba bovina. Na comparação diária, a cotação do boi gordo e do “boi China” subiu R$1,00/@, enquanto a da vaca e da novilha registrou alta de R$2,00/@.
As escalas de abate atenderam, em média, a oito dias.
Todos os preços foram brutos e com prazo.
Análise originalmente publicada no informativo pecuário diário Tem Boi na Linha de 6/8/2025.