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Safra dando as caras?


Quinta-feira, 25 de abril de 2019 - 14h40 - Conteúdo restrito


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  Safra dando as caras? Esse talvez seja um ano para se pensar em não travar preços para a entressafra, o mais adequado seria garantir preços mínimos e ficar livre para surfar a onda Chinesa caso ela atinja o Brasil. Até o momento a safra tem trabalhado em ambiente firme praticamente no Brasil todo. A referência de preços em São Paulo começou o ano ao redor de R$150, 50 e está atualmente cotado em R$157, 95, na referência livre de Funrural e à vista, uma alta de 5%. As chuvas acima da média de fevereiro e março trouxeram uma boa capacidade de suporte as pastagens e o pecuarista pôde segurar sua produção à espera de preços melhores. Além disso, a disparada nos preços da reposição foi mais um incentivo para manter os animais em engorda visando “amenizar” o ágio da relação de troca. Nesse cenário, os preços em São Paulo atingiram máximas até acima dos R$160, 00/@, porém, esse patamar de preços foi suficiente para trazer o pecuarista para a mesa de negociação. Quem pagou esses valores conseguiu se abastecer de forma satisfatória e as escalas alongaram de forma substancial, como já há várias semanas não se via. Acompanhe na figura 1. Com essa folga, as indústrias têm tentado impor recuos nas cotações, que ainda não ocorreram, mas já foram suficientes para diminuir os preços máximos na praça paulista. Já os contratos da entressafra, liderados pelo vencimento de out/19 tem tido um desempenho diferente dos vencimentos mais curtos, com o out/19 se consolidando acima dos R$160, 00/@ o que fez o diferencial safra x entressafra abrir da mínima de R$4, 00, para os atuais R$6, 00 e a julgar pelo fluxo de notícias envolvendo a peste suína na China e seu potencial impacto no preço das proteínas mundiais, esse diferencial tende a aumentar ainda mais. A preocupação com essa situação tem levado a uma enorme demanda por proteção contra alta de preços no mercado de opções, onde as opções de compra (ou call no jargão do mercado) de nível R$170, 00 para outubro tem sido a mais procurada. Somente nessa semana foram negociados mais de 5 mil lotes dessa opção, com custo de aquisição ao redor de R$0, 75/@. Quem compra essa opção terá ganho líquido apenas caso o vencimento de outubro suba acima do patamar de R$170, 00/@. Hoje existem mais contratos em aberto nessa opção do que no vencimento de outubro no mercado futuro. É muito difícil definir de antemão o impacto do problema na China nos preços do boi gordo no Brasil, mas não se pode negar que o fluxo de notícias nesse sentido é assustador. A demanda da China por proteína, que já era enorme, crescerá ainda mais diante da redução de mais de 30% do seu plantel de suínos conforme as estimativas mais recentes apontam. Caso os entraves burocráticos para a habilitação de novas plantas para a exportação sejam resolvidos, o potencial realmente é gigantesco. Esse talvez seja um ano para se pensar em não travar preços para a entressafra, o mais adequado seria garantir preços mínimos e ficar livre para surfar a onda Chinesa caso ela atinja o Brasil. Tags: boi gordo, mercado físico, mercado futuro, contrato, peste suína, China, opções de compra, escala de abate
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